Nossa História

A iniciativa de criação da Associação Comunitária do Excepcional surgiu através de pesquisa no município de Amélia Rodrigues- Bahia, em março de 2000, onde se constatou um índice elevado de casos de pessoas portadoras de deficiência.Maria José Costa Saldanha 65 anos aposentada, casada (com um ameliense) residente em salvador mãe de três filhos se dispôs a criar uma instituição para ajudar essas crianças .  A cidade não possuía na época nenhuma escola voltada para o atendimento desse tipo de clientela. Além de serem portadoras de uma deficiência- em sua maioria múltipla - são carentes, de família extremamente pauperizada e proveniente da zona rural, o que dificulta a locomoção para terem acesso a tratamento adequado e serviços necessários para cuidarem de seus filhos. As famílias eram obrigadas a deslocarem-se para os municípios mais próximos- Salvador ou Feira de Santana. Amélia Rodrigues é uma comunidade rural, onde sua população sobrevive do plantio de cana-de-açúcar (que é destinado a duas usinas locais), como funcionário público ou na prestação de serviços do comércio local que é pouco desenvolvido. A população não existir empregos e nem criação de novas frentes de trabalho.

          Em entrevista realizada com as mães dos educandos da APAE (ACE), notou-se a falta de informação em relação aos especiais, falta de orientação desde o cuidado mais simples e básico participam do Programa Federal de Benefício de Prestação Continuada- BPC (o que na verdade, muitas vezes, é o salário que sustenta toda a família).

          A ACE desenvolve hoje um trabalho social e pedagógico com seus educandos, onde a presença familiar é de suma importância. Possuímos quatro professores em dois turnos. Infezlimente por falta de recursos não tivemos como manter o trabalho com uma psicóloga. A casa onde funciona a ACE é alugada e possuei duas salas de aula, dois banheiros, cozinha, recepção e área para recreação dos alunos alem de uma sala pra o teste do pezinho arrumada, mas sem funcionamento pois não podemos contratar uma pessoa para fazer atendimento um descaso já que a ACE foi a pioneira em fazer teste do pezinho na cidade.

      Trabalhamos com técnicos habilitados para tratar das crianças como: Tec. terapia ocupacional, professor de educação física, professora de artesanato além da psicopedagoga.

Necessitamos de ajuda para manter a instituição de portas abertas já que se trata de um município pobre.